Absorvedor Orgânico tipo Turfa
Remoção de óleos e hidrocarbonetos com alta eficiência e segurança ambiental
- Alta eficiência na absorção de óleo e hidrocarbonetos
- Solução 100% orgânica e segura para o meio ambiente
- Menos resíduo gerado e menor custo de descarte
Baixe nosso Catálogo de Turfa:
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Por que a Turfa Orgânica é a melhor solução para derrames de óleo e hidrocarbonetos?
A Turfa Orgânica é um absorvedor natural, 100% orgânico e nacional, com capacidade de absorção superior a 8 L/kg, não lixivia o óleo absorvido, reduz vapores inflamáveis em até 90%, facilita a limpeza, melhora biorremediação e pode ser descartada sem riscos.
A Turfa é um material de origem orgânica, capaz de separar óleo e derivados de hidrocarbonetos, formada pela decomposição natural de vegetais. Apresenta coloração castanha, que pode variar de clara a escura conforme o tipo, e é rica em carvão. Suas características específicas resultam das condições ambientais presentes durante o seu processo de formação.
Alta absorção
+8 L/kg, não lixivia o óleo absorvido
Segurança ambiental
Biodegradação acelerada de hidrocarbonetos
Redução de risco
Subpressão de 90% dos vapores inflamáveis
Material hidrorrepelente
Absorve óleo, não absorve água
Descartável ou queimável
Pode ser enviado ao aterro ou usado como combustível
Baixa densidade
Leve, fácil de transportar e aplicar
Por que a Turfa Naturaltec é melhor que Areia ou Pó químico
Características
Turfa Naturaltec
Areia / Pó de serra
~R$0,25 até 2,5 por kilo
Pó químico
~R$20,7 por kilo
Case de Sucesso – Base de combustíveis em Paulínia/SP
- Cliente, tipo de planta, problema: vazamentos recorrentes de óleo diesel e graxas em área de transbordo, alto custo de descarte com serragem/pó de celulose.
- Solução: aplicação da turfa conforme procedimento (200 g/m², 10 minutos, recolhimento e envio para coprocessamento).
Diagnóstico do problema
Vazamentos recorrentes em área de carregamentoNão. A turfa usada pela Naturaltec é oleofílica e hidrofóbica: não absorve água, apenas óleos, derivados de hidrocarbonetos e alguns produtos químicos orgânicos. A ficha técnica informa explicitamente que:
- a turfa “não absorve água” e é hidrorepelente;
- solubilidade: insolúvel em água;
- características: oleofílica, hidrofóbica, não abrasiva, não tóxica.
Isso explica por que ela mantém alta capacidade de absorção mesmo em pisos molhados ou em presença de chuva.
Avaliação dos métodos tradicionais
Serragem e pó de celulose não entregam resultadoOs materiais absorventes tradicionais (serragem e pó de celulose) exigiam grande volume para conter os derrames, geravam mistura pesada com água e óleo e aumentavam significativamente o custo de descarte como resíduo perigoso.
Teste piloto com Turfa Orgânica
Aplicação piloto do Absorvedor Orgânico Tipo TurfaFoi realizado teste piloto utilizando Turfa Orgânica diretamente sobre os derrames, em dosagem de aproximadamente 200 g/m², com tempo de contato de poucos minutos antes da varrição e recolhimento do material saturado.
Padronização do procedimento
Procedimento operacional definido para a equipeApós os bons resultados, a turfa foi incorporada ao procedimento padrão de resposta a derrames. A equipe foi treinada para aplicar, aguardar o tempo de absorção, recolher o resíduo e encaminhar para coprocessamento.
Resultados operacionais e ambientais
Menos resíduo, mais segurança e menor custoA turfa reduziu em até 65% o volume de resíduo gerado, diminuiu o tempo de limpeza dos pontos de derrame e melhorou as condições de segurança na área, com menor emissão de vapores inflamáveis e corte expressivo no custo de descarte.
Resultados do case de sucesso
Eficiência de absorção*
*De 3x para 8x o próprio peso em óleo
Redução de
de resíduo gerado
Redução de
do tempo médio de limpeza geral de 25m → 10 min
Redução de
no custo de descarte
- Eficiência de absorção: de “média (3x peso)” para “alta (8x peso)”.
- Redução do resíduo gerado em ~65%.
- Redução do tempo médio de limpeza: de 25 para 10 minutos/ponto.
- Redução de 40% no custo de descarte.
Clientes










































































































































































Depoimento
Perguntas e Respostas
Não, na prática a turfa não absorve água.
Ela é oleofílica e hidrofóbica: o material é hidrorepelente, absorve óleos e derivados de hidrocarbonetos, mas não retém água como areia, pó de serra ou pó químico. Isso aparece tanto na ficha técnica (insolúvel em água, hidrofóbica) quanto no catálogo da NaturalTec.
Composição e natureza
- Turfa: material orgânico natural, rico em carbono, resultado da decomposição de vegetais.
- Mantas/fibras sintéticas: normalmente polímeros (PP, PE, etc.), produzidos a partir de derivados de petróleo.
Comportamento de absorção
- Turfa: oleofílica e hidrofóbica – não pega água, foca em óleo e hidrocarbonetos, com capacidade de 8 L de óleo/kg e absorção ≈ 6x o próprio peso.
- Sintéticos: tendem a reter também água e saturar mais rápido, principalmente em áreas externas.
Descarte e impacto ambiental
- Turfa: produto natural, biodegradável e não tóxico; após uso, o resíduo é classificado como classe II (não perigoso) para descarte segundo NBR 10004 no case apresentado, podendo seguir para coprocessamento energético.
- Sintéticos: geram resíduo plástico, de degradação muito lenta, normalmente exigindo destinação especial e encarecendo o descarte.
Custo operacional
A ficha técnica ressalta que a turfa é “economicamente mais interessante do que mantas, fibras e tapetes sintéticos”, com menor peso, manuseio mais fácil e menor custo de transporte e descarte.
Em resumo: a turfa é um absorvedor granulado natural, seletivo para óleo e com resíduo não perigoso, enquanto mantas/fibras sintéticas são mais caras ao longo do ciclo de vida e geram passivo plástico.
- Coleta mecânica do material saturado (vassoura, pá, coletor de resíduos ou aspirador industrial), conforme orientado na ficha técnica.
- Classificação do resíduo segundo NBR 10004 – no case da Petrovia, o resíduo turfa + óleo foi enquadrado como classe II (não perigoso).
- Destinação recomendada:
- Coprocessamento energético (ex.: fornos de cimento), quando viável; ou
- Aterro industrial classe II licenciado, seguindo o plano de gerenciamento de resíduos da planta.
A ficha MAS Ambiental ainda destaca que a turfa, dependendo da política ambiental do cliente, pode ser usada como combustível para queima controlada ou enviada a aterros sem necessidade de tratamentos complexos, pois sua queima não gera gases tóxicos adicionais.
Sempre registrar o destino em laudo ou MTR, como para qualquer resíduo oleoso.
- Produto virgem:
As fichas indicam que a turfa é não tóxica, não abrasiva, oleofílica e hidrofóbica, com poeiras apenas incômodas (podendo causar irritação respiratória leve), sem efeitos nocivos conhecidos e sem polimerização perigosa.
Na prática, é tratada como produto não perigoso do ponto de vista de saúde humana e ambiente, exigindo apenas EPIs básicos contra poeira. - Resíduo após uso:
No estudo de caso da Petrovia, o resíduo turfa + óleo foi corretamente classificado como resíduo classe II (não perigoso) segundo NBR 10004.
Ou seja: a turfa em si não é classificada como perigosa; o que define o risco é o contaminante absorvido (tipo de óleo/derivado e legislação local).
Sim.
A ficha MAS Ambiental descreve a turfa como “excelente biorremediador para solos contaminados, proporcionando rápida revitalização da vegetação e do solo”.
Na prática, isso significa:
- A turfa encapsula os hidrocarbonetos e, por ser rica em matéria orgânica e ácido húmico (~23,3% do material orgânico total), favorece a atividade microbiana responsável pela degradação dos contaminantes.
- Pode ser utilizada em leitos de bio-remediação, misturada ao solo contaminado, para tratamento de médio e longo prazo, sempre dentro de um projeto de remediação aprovado pelo responsável técnico e pelo órgão ambiental.
Recomendações das fichas técnicas:
- Local seco, coberto e ventilado, protegido de chuva e umidade.
- Manter as embalagens fechadas e íntegras, evitando contato com água para preservar a propriedade hidrofóbica.
- Evitar áreas com risco de chamas abertas, faíscas intensas ou fontes de calor direto (fornos, exaustão quente, etc.).
Na operação, é suficiente considerar o mesmo padrão de armazenamento de sólidos combustíveis não perigosos, como pallets de madeira ou big bags de biomassa.
Validade longa, desde que armazenada em local seco e na embalagem original, sem exposição à umidade.
Autoignição e riscos de incêndio
O catálogo de Contenção e Remediação Naturaltec apresenta:
- Temperatura de autoignição: 200 °C;
- Riscos mínimos de incêndio, com extinção possível com agentes comuns (água, espuma, pó químico).
Isso significa:
- Em condições normais de armazenamento (galpão seco, temperatura ambiente), não há risco relevante de autoignição.
- Em caso de incêndio externo (fogo vindo de fora), a turfa se comporta como biomassa sólida: queima, mas é facilmente combatida com os mesmos agentes usados para madeira/papel.